Deolane Bezerra e sua mãe, Solange, sofreram uma nova derrota no Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao tentar anular o processo que as investiga por lavagem de dinheiro e organização criminosa, relacionados à exploração de jogos de azar.
Presas em 2024 durante a Operação Integration, da Polícia Civil, elas tiveram o pedido de habeas corpus negado, além da determinação de que a análise de possíveis ilegalidades na investigação só poderá ocorrer após manifestação do Ministério Público.
Além disso, Deolane e Solange solicitaram à 12ª Vara Criminal de Recife a liberação de bens apreendidos, alegando que o inquérito, que já dura quase um ano, sofre com excesso de prazo devido a diligências pendentes.
A nova petição foi protocolada no dia 11 de julho. No documento, mãe e filha pedem a liberação dos bens, dizendo que a operação policial se arrasta há cerca de um ano, sem previsão de término, o que classificaram como “excesso de prazo”.
“O presente inquérito policial se arrasta há quase um ano, sem qualquer previsão de desfecho, tendo em vista que diligências substanciais ainda pendem de realização (…) para sua devida conclusão, o que configura evidente excesso de prazo”, diz a defesa de Deolane e Solange Bezerra.